Felix Rieseberg, da Anthropic, descreveu, conforme citado por Simon Willison, uma arquitetura reformulada para a ferramenta de agentes Cowork, do Claude.
Na versão anterior, a inferência do modelo rodava na nuvem, mas as chamadas de ferramentas eram executadas dentro de uma VM fornecida pela Anthropic que era enviada para o próprio computador do usuário. Rieseberg disse que essa VM local foi adicionada por razões de capacidade, segurança e proteção, mapeando apenas os dados que o usuário explicitamente adicionava à sessão. Segundo ele, os usuários gostavam do que conseguiam fazer com o Claude por meio dela, mas não gostavam do custo de disco, bateria e desempenho de rodar a VM localmente — nem do fato de que fechar o laptop interrompia o trabalho.
Na nova versão, tanto a inferência do modelo quanto a VM rodam na nuvem. Cada sessão recebe seu próprio sandbox isolado, que não compartilha estado com outras sessões. Quando a VM precisa de algo do dispositivo do usuário, como um arquivo, é o app de desktop que agora fica responsável por tratar essa chamada específica de acesso a arquivo, em vez de rodar a VM inteira localmente.
Rieseberg afirmou que a mudança busca resolver reclamações sobre o uso do Cowork a partir do celular, sobre o trabalho parar quando um dispositivo é fechado, e sobre a perda de bateria por rodar uma VM localmente. A Anthropic também publicou uma página de ajuda com mais detalhes, referenciada no post original.